segunda-feira, 27 de julho de 2020

Webinar Participação social no combate à COVID-19 - dia 30/07,às 10h

22º webinar Faculdade de Saúde Pública da USP olha para os desafios e aprendizados da luta pelo direito à saúde no contexto da pandemia
 
A disseminação do coronavírus no Brasil e o vertiginoso aumento do número de casos e de mortes vem exigindo a rápida atuação dos governantes para tentar minimizar os efeitos da evolução da pandemia de COVID-19 no país. Muitas decisões vem sendo tomadas para a implementação de soluções através de iniciativas públicas e privadas, com pouca ou nenhuma oportunidade de escuta da população. 
 
Com o isolamento social, movimentos sociais, organizações da sociedade civil, coletivos e até mesmo os conselhos de saúde são impelidos a criar e ocupar novos espaços de participação social para mobilizar suas lutas em busca do acesso a serviços, atendimentos e tratamentos para garantir a sobrevivência como direito universal. 
 
No webinar “Participação social no combate à COVID-19: desafios e aprendizados da luta política pelo direito à saúde no contexto da pandemia”, organizado pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, que ocorre no dia 30/07/20, a partir das 10h, com transmissão pelo youtube, vamos debater a reconfiguração dos espaços de luta política e a reconstituição dos atores sociais da saúde, a partir da interface com as mídias digitais, frente às adversidades e obstáculos à participação da comunidade na construção de soluções para o combate à COVID-19.

 
22º webinar FSP-USP – “Participação social no combate à COVID-19: desafios e aprendizados da luta política pelo direito à saúde no contexto da pandemia”

DATA: 30 de julho de 2020

HORÁRIO: das 10h às 12h00

ONDE: canal do youtube da FSP-USP - https://bit.ly/3076yTX


Palestrantes:

Leandro Valquer Justino de Oliveira – Membro do Conselho Municipal de Saúde de São Paulo

Luciana Melo Nunes Lopes – Diretora Executiva da Universidades Aliadas por Medicamentos Essenciais (UAEM BR)

Hugo Fanton Ribeiro da Silva – Militante da Central de Movimentos Populares e pesquisador do Cenedic/FFLCH-USP

Flavia Anunciação do Nascimento – Membro do Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo (Sindsep)

 
Debatedora:

Débora Aligieri – advogada, blogueira e ativista em saúde (blog Diabetes e Democracia)

 
Mediação:

Marília Cristina Prado Louvison – professora da Faculdade de Saúde Pública da USP
 
 
  
Saiba mais no site da FSP-USP

terça-feira, 14 de julho de 2020

Live sobre participação social em diabetes e Conferências de Saúde

Dia 15/07/20, às 19h00, no perfil do instagram da hiankadm1, vai rolar uma live sobre participação social em saúde e diabetes, em que a jornalista e ciberativista em diabetes Sheila Vasconcellos vai contar um pouco pra gente sua experiência na última Conferência Nacional de Saúde (2019), e como as Conferências de Saúde se relacionam com a política pública de saúde direcionada às pessoas com diabetes no Brasil.
  
Na live sobre participação social anterior, eu e a Hianka conversamos sobre o ciberativismo em diabetes, uma forma de participação social não institucional. Dando seguimento ao debate sobre como nós, usuários do SUS com diabetes, podemos influenciar as ações e programas de saúde, agora vamos debater a participação social institucional através das Conferências de Saúde.

As Conferências Nacionais de Saúde (CNS) acontecem no Brasil desde em 1941 (veja linha do tempo das Conferências aqui: https://conselho.saude.gov.br/16cns/), mas até 1986 apenas deputados, senadores e autoridades sanitárias participavam dos encontros. Somente a partir da 8ª Conferência Nacional de Saúde é que a população teve direito de participação nas Conferências. Também foi na 8ª CNS em que se discutiu a saúde como direito de toda pessoa no Brasil e obrigação do Estado, assim reconhecidos na Constituição Federal de 1988.

A Constituição Federal também estabeleceu a participação da comunidade como uma das diretrizes do SUS, sendo os Conselhos e Conferências de Saúde os órgãos institucionais de gestão e organização do sistema público de saúde, regulamentados pela Lei nº 8.142/90.

Mas o que as Conferências (Municipais, Estaduais e Nacional) de Saúde tem a ver com o direito à saúde das pessoas com diabetes? Quem pode participar desses encontros, e quando eles acontecem? Como sabemos da realização das Conferências, existe alguma divulgação? São encontros presenciais? E onde eles ocorrem? Quem organiza esses encontros? Como as ações, serviços e programas de saúde disponíveis no SUS (para diabetes e outras condições de saúde) se relacionam com as Conferências de Saúde? Assista a live com a Sheila Vasconcellos e descubra!




Se você perdeu a live em que eu e a Hianka debatemos o ciberativismo em diabetes, assista aqui: https://bit.ly/2WjI877

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Webinar 25/06 às 14h - Cuidando da Diabetes na pandemia

A Diretoria da Atenção Básica da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo convida todas e todos para assistirem ao Webinar "Cuidando da Diabetes na pandemia: desafios e oportunidades na atenção básica", que será realizado dia 25/06 (quinta-feira), às 14h, e transmitido ao vivo (live) pelo Facebook da iniciativa Cuidando do Seu Coração.

Contaremos com a mediação do ator José Loreto, pessoa com diabetes tipo 1 e parceiro da SMS-SP nesta iniciativa. Ao seu lado estarão as especialistas Dra. Karla Melo (PhD FMUSP e Coordenadora de Saúde Pública da Sociedade Brasileira de DIabetes - SBD) e Gabriela Cavicchioli (Coordenadora do Departamento de Enfermagem da SBD e Enfermeira do IBTED).

Os principais objetivos do webinar são:

1. Discutir os impactos da pandemia no cuidado à diabetes e as ações indicadas para mitigar os efeitos causados pelo coronavírus (covid-19) nessa população de risco.

2. Promover conteúdos e informações de utilidade pública e com base em evidências, para melhoria do cuidado aos pacientes com diabetes, e responder perguntas dos interessados.

Este webinar é o terceiro de uma série de webinários e demais ações que fazem parte de uma estratégia mais ampla da Diretoria da Atenção Básica para o enfrentamento das DCNT no atual contexto da COVID-19, chamada CUIDANDO DE TODOS CONTRA O CORONAVÍRUS, sendo que tal estratégia está vinculada ao novo protocolo clínico e linha de cuidado "Cuidando de Todos: DCNT na APS do MSP", que já está sendo implementado na rede de atenção à saúde da capital.

Para conferir os demais webinários realizados e outros materiais de apoio, acesse a página da Atenção Básica (AT DCNT) no site da Prefeitura < https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/atencao_basica/index.php?p=292447 >

Esperamos que, assim como nos anteriores, este webinar e as demais ações da estratégia possam colaborar com o serviço da atenção básica, com a orientação aos profissionais da saúde nos territórios e com a divulgação de informações relevantes para a população em geral.

 


Fonte: Diretoria da Atenção Básica - Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo
Apoio: Iniciativa Cuidando do Seu Coração

domingo, 14 de junho de 2020

Live sobre ciberativismo em diabetes e participação social no SUS, 17/06, às 19h30

É com grande alegria que convido todas as pessoas interessadas na atuação política dos usuários do SUS em defesa do fortalecimento do sistema público de saúde para este bate-papo que farei com a ciberativista Hianka Reis do Diário do Diabetes*, que compartilha comigo o diagnóstico de diabetes tipo 1 (ela desde 1997, e eu desde 1986) e a paixão pela participação social nas políticas públicas de saúde. Uma discussão bastante oportuna neste momento em que inúmeras medidas para enfrentamento da pandemia da COVID-19 vem sendo tomadas à revelia da escuta e do diálogo com a população!

Conheci a Hianka nas redes sociais, nosso espaço de luta em defesa dos direitos das pessoas com diabetes, e a partir do nosso encontro presencial no último piquenique azul em novembro de 2019 (a foto da arte do convite foi tirada nesse dia) começamos a conversar sobre como tornar mais acessível à população em geral o que é participação social e como os usuários podem se aproximar da discussão sobre as políticas destinadas à melhoria de sua qualidade de vida.

Uma dessas formas é o compartilhamento de experiências de atuação política, como é o caso do ciberativismo, objeto do minha pesquisa de mestrado** na Faculdade de Saúde Pública da USP, sob orientação da Profª. Marília Louvison. E é sobre o ciberativismo em diabetes e também sobre o que é participação social no SUS que conversaremos nessa live na próxima quarta-feira. 

Vai ser uma alegria ter a sua companhia nesse bate-papo com a gente!


Live: Ciberativismo em diabetes e a participação social na saúde através das mídias digitais

Data: 17/06/20
Horário: 19h30
Local: perfis do instagram @hiankadm1 & @debora_aligieri (https://www.instagram.com/hiankadm1/ e https://www.instagram.com/debora_aligieri/)





*Pra seguir a Hianka DM1 nas redes sociais:


**Pra conhecer melhor a minha pesquisa sobre o ciberativismo em diabetes:

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Nota do CMS-SP sobre uso da cloroquina e hidroxicloroquina em casos leves de COVID-19

Compartilho neste post Nota Técnica elaborada pelo Conselho Municipal de Saúde de São Paulo em função da mudança do protocolo do Ministério da Saúde para tratamento da COVID-19, com indicação de uso de cloroquina e hidroxicloroquina em casos leves. 
 
A nota, acessível aqui, revela uma preocupação muito pertinente com o uso indiscriminado da cloroquina e da hidroxicloroquina para tratamento da COVID-19, sem evidências científicas que corroborem sua eficácia para esta doença, e sem discussão com a sociedade. É sempre bom lembrar que é diretriz constitucional do SUS a participação da comunidade na elaboração da política pública de saúde, o que infelizmente vem sendo ignorado nas decisões tomadas a título de combate da COVID-19 em inúmeras instâncias governamentais. E considerando ainda que existem evidências científicas sobre os graves efeitos colaterais desses medicamentos, incluindo arritmias cardíacas e infarto, não se trata de uma questão menor. A nota visa proteger a saúde dos paulistanos contra a iatrogenia medicamentosa, quando um tratamento além de não ter garantia de melhoria ainda pode promover a piora do estado de saúde da pessoa, e neste caso até mesmo a morte. 
 
O SUS é nosso, e temos que usar todas as ferramentas disponíveis para o exercício do controle social, e o CMS-SP é um dos espaços da participação popular na construção da política pública de saúde!
 

 
 
NOTA TÉCNICA DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO
 
O Conselho Municipal de Saúde de São Paulo, em sua 3ª Reunião Plenária Extraordinária realizada em 28 de maio de 2020, no cumprimento da Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, Art 1º, parágrafo 2º e no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei nº 12.546 de 07 de janeiro de 1998, regulamentada pelo Decreto nº 53.990 de 13 de junho de 2013;
 
No cumprimento à Constituição da República Federativa do Brasil, do Título VIII, Capítulo II, Seção II – Da Saúde, a Lei nº 8080 de 19 de setembro de 1990, a Lei nº 8142 de 28 de dezembro de 1990 e o Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011 e a Lei Complementar 141, de 13 de janeiro de 2012;
 
I. Considerando o protocolo com instruções para uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive em caso leves da Covid-19, divulgado pelo Ministério da Saúde.
 
II. Considerando que estas substâncias, a exemplo de tantas outras, são medicações em estudo em vários países do mundo, num esforço da ciência na busca de um tratamento eficaz para superar a Covid-19.
 
III. Considerando que os estudos publicados no mundo inteiro não mostram evidências cientificas que revelem eficácia e revelaram efeitos colaterais, particularmente na área cardiológica.
 
IV. Considerando que as Diretrizes para o Tratamento Farmacológico da Covid-19 - consenso da Associação de Medicina Intensiva Brasileira, da Sociedade Brasileira de Infectologia e da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia - não recomendam a utilização de Hidroxicloroquina ou cloroquina de rotina no tratamento da COVID-19.
 
V. Considerando que a nota técnica (protocolo) do Ministério da Saúde não foi assinada por nenhum responsável técnico e que a Sociedade Brasileira de Infectologia, em nota técnica, deixa claro que a adoção dessa substância “não apenas carece de evidência cientifica como é perigosa, pois, tomou um aspecto político inesperado”.
 
VI. Considerando que, em 25 de maio de 2020, a Organização Mundial da Saúde
(OMS) anunciou a interrupção do uso da cloroquina e hidroxicloroquina em testes para tratamento contra a Covid-19, em razão de estudo publicado pela revista científica Lancet, que envolveu mais de 96 mil pessoas e mostrou que não só não há benefícios no uso desses medicamentos contra o vírus SARS-CoV- 2 como há um risco aumentado de morte para os pacientes.
 
VII. Considerando que, para fazerem uso desse medicamento, os pacientes necessitam assinar o Termo de Ciência e Consentimento, e que esse documento
firmado em um momento de desespero dos familiares ou o próprio paciente, que não possui o devido conhecimento técnico pode colocá-lo em risco, atribuindo a responsabilidade ao paciente.
 
VIII. Considerando que salvar vidas é a principal preocupação dos profissionais de saúde. Deve-se levar em conta, as situações de emergência e confusão mental do paciente e seus familiares, não constituem o ambiente adequado para a compreensão e assinatura do Termo de Ciência e Consentimento, documento que requer calma e tempo para que os profissionais expliquem com detalhes: os
efeitos colaterais e maléficos, a falta de comprovação cientifica, os riscos relacionados às doenças pré existentes, os efeitos de toxicidade no uso infantil (Cloroquina), orientações que devem ser associadas a uma anamnese detalhada, a realização de exames físicos e complementares e acompanhadas por outras informações.
 
IX. Considerando que comprar medicamentos que não têm eficácia comprovada é jogar dinheiro público no lixo e na bolsa do fabricante desse produto que, coincidentemente, apoiou o atual presidente na eleição de 2018, constitui um escárnio do ponto de vista científico e administrativo.
 
X. Considerando que o uso político da hidroxicloroquina e cloroquina por apoiadores de grupo político identificado tipicamente com ideologia que prega a eugenia e necropolitica.
 
Diante dessa ignomínia, o Conselho Municipal de Saúde de São Paulo vem a público repudiar essa medida e afirmar que não aceita que os brasileiros sejam enganados, por um governo irresponsável e genocida, que coloca suas vidas em risco, caso façam uso de uma medicação já banida em diversos países.
 
São Paulo, 28 de maio de 2020
 
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO

domingo, 17 de maio de 2020

Manifesto Leitos Para Todos + Vidas Iguais

Com a chegada da pandemia da COVID-19 e a preocupação com o iminente colapso do sistema de saúde brasileiro, as campanhas Vidas Iguais e Leitos Para Todos surgiram em diferentes estados (Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco) com um mesmo objetivo: mobilizar a sociedade e pressionar as instâncias do poder público para garantir o acesso universal e igualitário a todos os pacientes com casos graves da doença que necessitem de leitos de internação e terapia intensiva através do Sistema Único de Saúde (SUS).

A campanha Vidas Iguais foi lançada por juristas da USP e PUC-SP - Pedro Serrano, Walfrido Warde, Gilberto Bercovici, Rafael Valim, Thayná Yaredy e Juliana Serrano. Assumiram também, logo no início, o lançamento e divulgação da campanha Vidas Iguais, a Mandata da deputada Estadual Isa Penna e a liderança do MTST Guilherme Boulos. As principais reivindicações são que o poder público e o SUS assumam integralmente a gestão de hospitais e leitos privados hoje disponíveis para planos de saúde mediante ressarcimento e organizem o acesso a leitos de internação e UTI de forma universal, através de uma fila única. Medidas similares tem sido adotada em diversos países como Espanha, Irlanda e Itália e recomendadas por estudos científicos. A desigualdade estrutural do sistema de saúde brasileiro faz com que hoje exista uma maior disponibilidade de leitos para clientes de convênios do que para o SUS. Isso gera uma situação de discriminação no acesso de acordo com a capacidade de pagamento, favorecendo os mais ricos.

A campanha Leitos Para Todos foi lançada por um grupo de profissionais de saúde, sanitaristas e ativistas do Rio de Janeiro. Além da requisição dos leitos privados e da organização do acesso de forma universal, defende-se que isso seja feito baseando-se em critérios clínicos, aos moldes das filas de transplantes já organizadas pelo SUS, e que seja regulado pelas secretarias estaduais de saúde.

A medida se mostra urgente quando analisamos a situação em alguns Estados e Municípios, como é o caso da cidade de São Paulo onde, segundo o boletim diário de 16 de maio de 2020, a taxa de ocupação dos leitos de UTI nos hospitais municipais corresponde a 89%.
  
Na última reunião online do Conselho Municipal de Saúde de São Paulo (CMSSP), ocorrida em 14.05.2020, foi aprovada por maioria resolução de apoio ao Projeto de Lei nº 2176/20, do Deputado Federal Orlando Silva - PCdoB-SP (veja o inteiro teor da proposta aqui e acompanhe a tramitação na Câmara dos Deputados aqui), que cria a fila única para leitos hospitalares de UTI, unificando a regulação do acesso aos leitos de UTI da rede hospitalar pública e privada, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

É necessário esclarecer que gestão das filas de UTI não é o mesmo que parceria para uso das unidades de terapia intensiva da rede privada, pois neste último caso a gestão dos leitos é privada, ou seja, são os hospitais privados que decidem a quantidade e as condições de uso dos leitos pelo serviço público, como vem ocorrendo nos contratos de parceria estabelecidos entre o Município de São Paulo e alguns hospitais privados. Questionado sobre o assunto na reunião do CMSSP de 14.05.20, o Secretário Municipal de Saúde de São Paulo não mostrou qualquer indício de que o Município implementaria a gestão pública dos leitos de UTI da rede privada. 

Por isso precisamos pressionar!

Acesse o manifesto Leitos Para Todos + Vidas Iguais através do seguinte link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe_JGVuXVU75Tt3A9gxDEhYp66ajvxWnwthPyB33V7QNhdqdA/viewform

Para assinar o manifesto Leitos Para Todos + Vidas Iguais, acesse este link: https://www.vidasiguais.com.br/?fbclid=IwAR03mvGh3W0_W2-oiqoOCMjk6I-zIHdLM6gcxJ7vseotXihRUoeBSBf69co



Imagem obtida a partir de print do site do manifesto

Acesse os boletins diários e demais dados e informações sobre a COVID-19 no Município de São Paulo: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/doencas_e_agravos/coronavirus/index.php?p=295572

Assista ao lançamento do Manifesto Leitos para Todos transmitido pelo canal do youtube da Rede Unida:


 

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Locais de vacinação contra influenza no território da STS Santa Cecília - São Paulo/SP

No dia 23 de março começou a vacinação contra a gripe (influenza), em todo o município de São Paulo. A campanha é destinada para grupo prioritários, e o cronograma vem sendo desenvolvido conforme as seguintes etapas:

1° etapa - 23/03 - Idosos (60 e + anos) e trabalhador da saúde. Forças de segurança e salvamento;

2° etapa - 16/04 - portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional.
 
3° etapa - 09/05 - Professores de escolas públicas e privadas, crianças ( 6 meses a menores de 6 anos), gestantes, puérperas, povos indígenas, adultos de 55 a 59 anos de idade, pessoa com deficiência.


A vacina está disponível em todas as salas de vacina das unidades básicas de saúde do município de São Paulo. Encontre aqui a unidade mais próxima de sua residência.

Foram ainda montados postos de vacinação em escolas do município. Encontre aqui a escola mais próxima da sua residência.

 
A partir do dias 14/04/2020, a vacinação também está ocorrendo em algumas drogarias da cidade. Encontre aqui a drogaria mais próxima de você.

No território da Supervisão Técnica da Santa Cecília (unidades de saúde compreendidas na Prefeitura Regional Sé, distritos administrativos Bom Retiro, Consolação e Santa Cecília), além das unidades básicas de saúde e escolas municipais, a vacinação ocorrerá nos seguintes locais:

- BIG SUPERMERCADO - 20/04/2020 - DAS 8H30 ÀS 15H30 - RUA JAMES HOLLAND, 668, BARRA FUNDA;

 
- DROGARIA SÃO PAULO - DE 22/04 À 24/04/2020 - DAS 9H ÀS17H - AV. ANGELICA, 1465;

- DROGARIA EXTRAFARMA - 22/04 À 24/04 - DAS 9H ÀS 17H - RUA DONA VERIDIANA, 390;

- SUPERMERCADO EXTRA - 22 E 23/04 - DAS 9H30 ÀS 15H30 - AV. GENERAL OLIMPIO DA SILVEIRA, 414, BARRA FUNDA;
 
- PAROQUIA SÃO GERALDO, LARGO PADRE PÉRICLES - 24/04 - DAS 9H30 ÀS 11H30 - BARRA FUNDA



Algumas unidades de saúde também montaram um sistema de vacinação drive thru, em que os idosos podem ser vacinados dentro do carro. Confira abaixo a relação de postos de vacinação Drive Thru por CRS:


Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Norte

Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Sudeste

Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Oeste

Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Leste

Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Sul

Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Centro



 Texto da amiga e vizinha Marisa, que recebeu a vacinação em casa por ser uma usuária de alto risco


Fonte: site da SMS-SP e José Renaldo de Almeida Neto (Supervisão Técnica de Saúde Santa Cecília)

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Campanha de vacinação contra influenza 2020 em SP: posto instalado no BIG (antigo Walmart), na Barra Funda

No dia 23 de março começou a vacinação contra a gripe (influenza), em todo o município de São Paulo. A campanha é destinada para grupo prioritários. Inicialmente será destinada para idosos e profissionais da saúde, e será disponibilizada, gradativamente, para os demais grupos prioritários.

A vacina está disponível em todas as salas de vacina das unidades de saúde do município de São Paulo. Encontre aqui a unidade mais próxima de sua residência.

Algumas unidades de saúde também montaram um sistema de vacinação drive thru, em que os idosos podem ser vacinados dentro do carro. Confira abaixo a relação de postos de vacinação Drive Thru por Coordenadoria Regional de Saúde:

Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Norte

Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Sudeste

Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Oeste

Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Leste

Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) Sul

 
No centro da cidade, na Barra Funda, foi instalado um posto de vacinação no estacionamento do BIG (antigo Walmart), onde o movimento está bastante tranquilo (o que favorece na prevenção da COVID-19), localizado na Rua James Holland, 668. O posto está do lado do chaveiro (descendo a rampa do estacionamento, ao lado direito) e funcionará até o dia 20/04/20 (a princípio, vai depender do fluxo de movimento), das 10h às 16h.
 
Até o dia 15/04, a vacinação está destinada exclusivamente para idosos e profissionais de saúde, de limpeza, bombeiros e policiais civis. A partir do dia 16, o cronograma seguirá conforme as seguintes etapas:
 
1° etapa - 23/03 - Idosos (60 e + anos) e trabalhador da saúde. Forças de segurança e salvamento (30/03)
 
2° etapa - 16/04 - portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional.
 
3° etapa - 09/05 - Professores de escolas públicas e privadas, crianças ( 6 meses a menores de 6 anos), gestantes, puérperas, povos indígenas, adultos de 55 a 59 anos de idade, pessoa com deficiência.
 






A vacinação da Influenza não protege contra o coronavírus, mas vai auxiliar os profissionais de saúde no diagnóstico para a Covid 19, ao descartarem os vários tipos de gripe na triagem da população vacinada.

A influenza é uma doença infecciosa febril aguda com maior risco de complicações em alguns grupos vulneráveis e evoluir para formas mais graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e até a morte, motivo pelo qual a vacina será oferecida inicialmente para idosos e profissionais da saúde, e será disponibilizada, gradativamente para os demais grupos de maior vulnerabilidade.
 
Fonte: site da SMS-SP e Maria Helena Lima (Supervisão Técnica de Saúde Santa Cecília), autora das imagens do post.

sexta-feira, 20 de março de 2020

COVID-19: MS orienta ampliação do tempo de fornecimento de medicamentos e insumos para doenças crônicas

Ampliação da validade das receitas de pacientes crônicos em todo Brasil.


Na última terça-feira, dia 17/03/2020, a Secretaria do Estado da Saúde de São Paulo publicou a nota técnica CAF nº 01/2020, por meio da qual estabeleceu
estratégias nas farmácias estaduais para contenção de casos da doença pelo Coronavírus 2019 (COVID-19), entre elas  a prorrogação automática da Autorização de Procedimento de Alta Complexidade (APAC), por mais 03 meses consecutivos (cada LME corresponderá a duas APAC de três competências), sem necessidade de novos documentos, de forma que os pacientes não necessitem ir às unidades de saúde providenciarem sua documentação. A medida vale para Núcleos de Assistência Farmacêutica dos Departamentos Regionais de Saúde (DRS); Farmácias de Medicamentos Especializados (FME) dos DRS; Farmácias de Demandas Judiciais e Administrativasdos DRS; Locais de dispensação de medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF).

Ampliando as medidas tomadas em São Paulo para todo o Brasil, na data de hoje, 20/03/2020, foi publicada a Nota Informativa Nº1/2020-SCTIE/GAB/SCTIE/MS, que traz recomendações para reorganização dos processos de trabalho nas farmácias e para a dispensação de medicamentos durante o período da epidemia de COVID-19. Os tratamentos cuja Autorização de Procedimentos Ambulatoriais (APAC) terminem entre março de 2020 e maio de 2020, poderão ser renovados automaticamente, sem a apresentação de Laudo de Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamento (LME) e prescrição médica, por período adicional de três meses, entre outras providências que também recomendam a proteção dos trabalhadores das unidades de assistência farmcêutica.

A
Sociedade Brasileira de Diabetes agradece a publicação da Nota Informativa, solicitada formalmente pela sociedade, com o objetivo de evitar a suspensão do tratamento das pessoas com doenças crônicas neste momento da epidemia do COVID-19.

Débora Aligieri (Advocacy da SBD), Karla Melo (Coordenadora do Deptº de Saúde Pública, Epidemiologia, Economia em Saúde e Advocacy da SBD), Domingos Malerbi (Presidente da SBD)





quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Indicação/Eleição para o Conselho Municipal de Saúde de São Paulo 2020/2021 – Centro




No dia 29 de fevereiro de 2020 (próximo sábado) acontece o processo de indicação/eleição dos representantes (um titular e um suplente) do segmento dos usuários para a gestão 2020/2021 do Conselho Municipal de Saúde de São Paulo. A plenária para escolha ocorrerá na Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal (Rua 24 de maio, 208, 10º andar, República – São Paulo/SP).



Eu, DÉBORA ALIGIERI, sou uma das candidatas e preciso do voto dos companheiros e companheiras da região da Santa Cecília para lutar em defesa do nosso SUS no Conselho Municipal de Saúde de São Paulo.

 

QUEM SOU EU 
Tenho 43 anos de idade, sou militante do Movimento Popular de Saúde do Centro, integrante do Conselho Gestor da UBS Santa Cecília (segundo mandato) e do Conselho Gestor da Supervisão Técnica de Saúde Santa Cecília pelo segmento dos usuários, onde venho lutando contra a privatização da saúde e o avanço das Organizações Sociais de Saúde (OSS) na gestão do serviços, em prejuízo da qualidade da atenção à saúde da população, conseguindo aprovar a primeira resolução de um Conselho Gestor contra a transferência da gestão da atenção básica para as OSS. Sou advogada na área de saúde e mestranda em saúde pública pela USP, onde desenvolvo pesquisa sobre a participação social na saúde através das mídias digitais, campo de origem do meu ativismo em defesa dos direitos das pessoas com diabetes. Sou diabética há 34 anos, desde 1986, quando o SUS ainda era discutido na 8ª Conferência Nacional de Saúde. Desde 2013 venho discutindo as políticas públicas de saúde nas redes sociais e no meu blog Diabetes e Democracia (http://diabetesedemocracia.blogspot.com/), tendo participado ativamente da luta e da conquista do acesso a novas insulinas no Brasil, em articulação com outros blogueiros, associações de pacientes e sociedades médicas. Sou também mediadora do AvanSUS, podcast sobre saúde pública e sobre saúde como direito. Acompanhe minha militância digital no instagram (https://www.instagram.com/debora_aligieri/), facebook (https://www.facebook.com/debora.aligieri e https://www.facebook.com/DiabeteseDemocracia/) e twitter (https://twitter.com/Debora_Aligieri).



PLATAFORMA

O SUS vem sofrendo ataques em todas as instâncias de governo (federal, estadual e municipal), e o controle social tem um papel imprescindível na defesa da saúde como um direito de todo cidadão brasileiro e obrigação do Estado, conforme estabelecido na Constituição Federal de 1988. Para defender o direito à saúde dos paulistanos, é necessário a atuação dos conselheiros nos seguintes pontos:
  • valorização do Conselho Municipal de Saúde como órgão representativo na gestão e organização do SUS, com ampla articulação com movimentos sociais e ativistas em saúde;

  • luta contra a privatização da saúde e contra o avanço das Organizações Sociais de Saúde (OSS) na gestão das unidades e dos serviços de saúde;

  • luta contra a extinção da Autarquia Hospitalar Municipal;

  • qualificação dos conselheiros municipais e gestores no contexto da sociedade em rede, visando a ampliação das discussões e da atuação do Conselho Municipal de Saúde através das mídias digitais, com ampliação das ferramentas de comunicação com a sociedade;

  • luta por concursos públicos para suprir a demanda de profissionais em todas as áreas de saúde, incluindo os sanitaristas;

  • luta pela concretização das propostas aprovadas nas Conferências Municipais de Saúde;

  • defesa intransigente da função deliberativa do Conselho Municipal de Saúde e dos Conselhos Gestores, principalmente no que tange às transformações na gestão e organização dos serviços do SUS, seguindo as normas do Conselho Municipal de Saúde, em especial as Resoluções nº 03 e 10/2017;

  • defesa do SUS como sistema de direitos público, gratuito, com acesso universal, assistência integral e atenção equânime, lutando contra propostas que limitem ou diminuam os direitos conferidos pela Constituição aos brasileiros;

  • articulação com as demais instâncias do controle social institucional – conselhos locais, regionais, estadual e nacional – e com a participação social não institucional – movimentos, coletivos, organizações e associações de saúde e de defesa da democracia;

  • fiscalização e auditoria dos contratos com as “parceiras” (OSS), dando apoio aos Conselho Gestores para o controle dos contratos pertinentes às suas unidades;

  • luta pela construção de um hospital municipal público de referência na região central de São Paulo;

  • luta pela manutenção ou retorno, conforme o caso, da administração direta na gestão e prestação dos serviços da atenção básica;

  • luta pela política de saúde mental pautada pelo cuidado em liberdade.





COMO VOTAR



Basta comparecer na plenária no dia 29/02/20 levando um documento com foto (RG, CNH ou carteira profissional), cartão SUS e comprovante de residência.



Data: 29/02/2020 (próximo sábado)

Local: Rua 24 de maio, 208, 10º andar, República

Horário: 09:00 às 13:00